
Neuro
Neurodivergência não é limite, é diversidade que merece respeito, apoio e inclusão.
O pilar NEURO representa o olhar atento, sensível e respeitoso para pessoas com neurodivergências e transtornos psicossociais, como autismo (TEA), TDAH, esquizofrenia, bipolaridade, depressão severa e outros transtornos que afetam o funcionamento cognitivo, emocional ou comportamental.
Pessoas com essas condições enfrentam desafios que, muitas vezes, vão muito além dos sintomas: preconceito, invisibilidade, exclusão escolar, profissional e social.
Em um mundo que ainda padroniza comportamentos, reagir diferente, sentir diferente e viver de outra forma ainda carrega estigmas que limitam a autonomia, a autoestima e as possibilidades de desenvolvimento de milhares de indivíduos.
O pilar NEURO existe para apoiar o trabalho de instituições e projetos que atuam no cuidado integral, na inclusão, acolhimento e desenvolvimento das pessoas neurodivergentes, promovendo:
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Diagnóstico precoce e acompanhamento contínuo
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Terapias multidisciplinares (fonoaudiologia, psicologia, psicopedagogia, TO)
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Acesso à educação inclusiva e ao mercado de trabalho
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Apoio a famílias que convivem com transtornos severos
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Combate à desinformação e à marginalização de pessoas com sofrimento mental ou transtornos não visíveis
A diversidade neurofuncional faz parte da condição humana. Respeitar essa diversidade é reconhecer que cada cérebro tem sua própria forma de ser, sentir e se expressar e que isso não diminui o valor de ninguém.
Apoiar o pilar NEURO é defender o direito de todos viverem com dignidade, segurança emocional e pertencimento independente do funcionamento do seu mundo interior.
O Cenário por Trás da Causa
📊 Dados Estatísticos Pilar NEURO
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Autismo no Brasil
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O Censo 2022 do IBGE identificou 2,4 milhões de brasileiros com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), o que representa 1,2% da população .
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Entre essas pessoas, 1,4 milhão eram homens (1,5%) e 1,0 milhão eram mulheres (0,9%), com prevalência levemente maior entre crianças de 5 a 9 anos (2,6%) .
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Prevalência nacional semelhante entre as grandes regiões
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As prevalências regionais são próximas: Sudeste (1,2%), Nordeste (1,2%), Sul (1,2%), Norte (1,2%) e Centro‑Oeste (1,1%).
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Transtornos psicossociais — ansiedade e depressão
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Segundo a OMS, 9,3% da população brasileira (cerca de 18,6 milhões) viviam com transtornos de ansiedade em 2017 tornando o Brasil o país com maior prevalência na América Latina.
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Já a depressão afetava 5,8% da população (aproximadamente 11,5 milhões) no mesmo período.
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👁️ Por que apoiar o pilar NEURO é urgente
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São milhões de pessoas vivendo com neurodivergências como autismo, TDAH ou sofrimento emocional intenso muitas delas sem acesso adequado à terapia e inclusão.
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As instituições de apoio e inclusão para TEA, saúde mental e transtornos frequentemente enfrentam falta de recursos para manter serviços especializados, terapias e acompanhamento individualizado.
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Dados consistentes do IBGE e da OMS mostram que a necessidade de acolhimento e suporte neuroemocional é real e urgente no Brasil.


